02/06/2008 18:17

O Barro Preto

 

 

Especial Barro Preto

DATA: 01/06/2007 

 

   

NOME: Maurício Sotto Maior

RETRANCA DA PAUTA: Barro Preto

SUGESTÃO DE TÍTULO: Barro Preto

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística está realizando um censo agropecuário em todo o país. Desde abril passado que técnicos do IBGE, a maioria estudantes universitários devidamente munidos de palmtop e GPS, percorrem os municípios mais longínquos para fazer levantamento detalhado da localidade e da dimensão de cada propriedade rural, juntamente com contagem da população. A proposta é atualizar os dados de 1996 sobre a produção agrícola brasileira, investigar a importância do agronegócio na economia e do peso da agricultura familiar na produção de alimentos e na geração de empregos no país. Subindo e descendo barrancos de barro, esses universitários e técnicos tentam vencer a distância entre as políticas públicas e o cidadão comum, levando as informações que irão auxiliar os diversos níveis governamentais no processo de alocação de recursos públicos.

No interior da Bahia, muito em função da nova distribuição valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a expectativa maior ocorre nos municípios de menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M). Criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com a intenção de medir o nível de desenvolvimento humano dos países, o IDH utiliza indicadores da educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (expectativa de vida ao nascer) e renda (PIB per capita) através de uma escala que, de tão miserável, vai de 0 a 1. Em matemática simples, as localidades com IDH até 0,499 são considerados de desenvolvimento humano baixo. As de índices entre 0,500 e 0,799 são considerados médio e as de índices maiores estão acima de 0,800. Difícil é explicar para o cidadão comum de Barro Preto, assolada pela crise cacaueira, que a vida está melhorando.

Segundo a coordenadora de Pesquisas Sociais da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (Sei), Cláudia Fernandes, o atual IDH-M de Barro Preto foi retirado especialmente do resultado do Censo IBGE realizado entre os anos de 1991 a 2000. A década de 90 foi o ápice da crise cacaueira e, em 1991, Barro Preto tinha um IDH de 0,466, considerado baixo. Nos dez anos que se seguiram o índice cresceu para 0,606 e ocupa hoje a 272 posição no ranking baiano. Cláudia vê os números nas tabelas indicarem que a vida em Barro Preto melhorou bastante em 10 anos. O índice de renda cresceu de 0,377 em 91 para 0,513 em 2000, “e não foi por causa do programa federal Bolsa Família, cujos reflexos só apareceriam a partir do 2001”, questiona. O índice de longevidade subiu de 0,499 para 0,570. Já a educação foi o que mais cresceu. Passou de 0,522 para 0,735. “Para saber o que aconteceu, só indo lá!”, sentencia.

A Sei só dispõe de equipe técnica para o trabalho em campo na Região Metropolitana de Salvador. Para o resto da Bahia as informações são provenientes dos estudos estatísticos do IBGE, do IPEA e do Ministério do Trabalho. A cidade de Governador Lomanto Júnior, mais conhecido por Barro Preto, fica no final de uma estrada entre Ilhéus e Itabuna - ora de asfalto, ora de terra. São 120,570 km² a 447 quilômetros da capital, no centro da região cacaueira, em meio a uma mata exuberante duramente atacada pela vassoura-de-bruxa que quase destruiu a cultura do cacau e seus personagens. Para Décio Fialho, do escritório local da CEPLAC em Barro Preto, “a crise da região deve ser tratada sobre um aspecto mais conjuntural, mesmo porque esta crise não se deve só a vassoura de bruxa. A chegada da vassoura de bruxa na região foi a gota d'água, o tiro de misericórdia na economia da região”.

Fernando Botelho Lima, fazendeiro, cacauicultor e presidente do Sindicato Rural de Barro Preto, considera o ano de 1987 para o começo da crise do cacau. “No final da década de 70, começo da década de 80, os preços do cacau estouraram no mercado internacional. Com tanto dinheiro para o cacau, todo mundo passou a produzir, e não só por aqui, mas em todo o mundo. Países que não tinham cacau, como a Costa do Marfim, Camarões, Gana, entre os países da África, ou até mesmo na Malásia, procuraram aumentar suas produções”, explica. O reflexo dessa correria veio depois do aumento da oferta, com a queda dos preços. “Em 1987 começaram anos de clima desfavorável para a lavoura, uma forte seca em seu período cíclico. Mas em 1989 veio a vassoura de bruxa e começou a derrocada. Em três anos o reflexo na produção já era brutal”.

O primeiro plano de recuperação da lavoura cacaueira do governo começou no final de 1995. “Ou seja, seis anos depois que o governo vem atentar para os problemas da lavoura do cacau”, recente-se Fernando Botelho. Décio Fialho viu muitos agricultores abandonarem suas fazendas, ou deixando de dar os tratos culturais necessários para a produção. “Teve gente que suicidou!”, comenta, tentando descrever a que nível de depressão econômica e psicológica chegou os munícipes da até então próspera Governador Lomanto Junior. Barro Preto foi emancipada em 1962, mas a sua instalação aconteceu em 1963, quando Lomanto Júnior assumiu o governo do Estado. Por ter conseguido as primeiras instalações de água e luz da cidade, mudaram o nome original - Barro Preto – em sua homenagem. Hoje, os munícipes sabem que estão mais para Barro Preto que para Governador Lomanto Júnior.


 



DATA: 01/06/2007

NOME: Maurício Sotto Maior

RETRANCA DA PAUTA: Barro Preto

SUGESTÃO DE TÍTULO: A crise do cacau ontem e hoje

Cristina dos Santos é casada, tem uma filha, 25 anos, e saiu de Ibicaraí há dez anos para trabalhar em casa de família de Barro Preto. Na porta de sua casa no periférico Bairro do Bomfinzão, uma homenagem ao prefeito José Bomfim que está construindo casas de alvenaria no lugar das residências de sopapo (barro e madeira), Cristina conta que ela e o marido estão desempregados. “O que nos sustenta é a ajuda de parentes e a Bolsa Família, que dá 65 reais. Eu ganhava 50 reais e meu marido, João dos Santos (31) trabalhava na lavoura do cacau”, diz Cristina, repetindo a mesma história de toda a vizinhança. Logo mais acima do barranco de barro, Gidevaldo, Josemar, José Ailton e Seu Alcides estão sentados onde no futuro se vê alguma calçada de rua, para conversar sobre a vida em Barro Preto.

Gidevaldo Bispo dos Santos, 28 anos, está desempregado e acaba de retornar do Espírito Santo onde tentou a sorte nas plantações de café. Não deu sorte. Josemar Santos Silva, 28 anos, reclamava das pedras que tinha que quebrar a marretadas para as casas de alvenaria que a prefeitura está construindo. Um dos poucos serviços disponíveis para quem não consegue vaga na colheita do cacau. E José Ailton Gomes, de 39 anos, único a conseguir uma vaga nos quinze dias de colheita do cacau, lamentava o acidente de trabalho que lhe vitimou o braço há 29 dias. Ainda bem que estão lhe pagando os dias parados como indenização. Seu Alcides Souza Santos, aposentado de 70 anos, ouvia tudo atentamente e tentava fazer graça, como que para levantar o moral da tropa. “Os homens daqui vão ter que ir para o Iraque arranjar trabalho”. Seu Alcides é o único do grupo a receber certo, no final do mês, graças à aposentadoria.

Antônio Carlos Paim dos Santos, assessor técnico da prefeitura de Barro Preto conhece bem esta realidade. Há cinco anos ele vem tentando organizar grupos de mães, idosos e jovens em pequenos programas de geração de renda, com cursos de manicure, chocolateira e artesanato de bolsas. Só para se ter uma idéia, este programa atende a metade das 2.500 famílias de baixa renda do município. “Mas o povo aqui não passa fome, como no sertão. Barro Preto é um dos municípios brasileiros de maior preservação da Mata Atlântica. Esta terra é um oásis. O que não se tem aqui é dinheiro, que foi embora junto com a monocultura do cacau”, define. Os personagens de Barro Preto não fazem parte de nenhum livro de Jorge Amado, mas contam muito bem aquilo que os números do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) não conseguem explicar.

No período em que o IDH-M de Barro Preto crescia, a Ceplac começava a pesquisar uma solução para a vassoura de bruxa. “Nas primeiras tentativas foram erradicados cacaueiros infectados. Depois tentamos controlar a doença através do seu ciclo vegetativo, com rebaixamento de copa de árvores e até mesmo a aplicação de fungicidas. Em paralelo, foi criada através do governo federal as linhas de crédito para ajudar o produtor e, logo após, começou a intervenção genética através da clonagem de plantas mais tolerantes ou resistentes à vassoura de bruxa”, lembra Décio Fialho, do escritório local da Ceplac. Na lembrança do cacauicultor Fernando Botelho Lima, o primeiro plano de recuperação da lavoura cacaueira do governo, iniciado em 1995, foi dividido em quatro etapas. E todas acumularam prejuízos maiores para a economia da região.

“Na primeira e a segunda etapa a tecnologia era rebaixamento de copa e adubação. Mas verificou-se que com o rebaixamento de copa, aumentou ainda mais a exposição da vassoura de bruxa na fase de crescimento do cacau. Também a tecnologia da clonagem, que seria a mais certa, deu muito errado no início. Eu acredito que os clones oferecidos não foram suficientemente testados no campo e somente depois que descobrimos que eles não eram autocompatíveis, ou seja, eles deveria polinizar a eles mesmos. Isso foi um grande problema na produtividade. O programa esperava 100 arrobas por hectare e nós estávamos conseguindo apenas 15 arrobas por hectare”. Para Fernando Botelho, o programa de recuperação da lavoura cacaueira foi colocado como a salvação e, para tal, foram obrigados a cumprir metas supervisionadas pela Ceplac e Banco do Brasil. “E se não fizesse direitinho, não liberavam a outra parcela do dinheiro”.

O fazendeiro lembra ainda que, no começo, os juros foram altíssimos. “Na primeira e na segunda etapa, era a Taxa de Juros de Longo Prazo mais 6%. Esses juros chegaram a quase 30% ao ano para a agricultura que estava em epidemia. Isso é um absurdo. Nós pegamos o dinheiro para recuperar a lavoura, e nada deu certo. Hoje nós não temos nem capacidade de pagamento e nem capacidade de garantia. Se nós realmente estivéssemos colhendo 50 arrobas por hectare, a região estaria ótima”. O resultado foi o desemprego. Muitos migraram para lavouras de café no Espírito Santo e São Paulo. A cidade esvaziou, diminuindo a densidade populacional. “O IDH de Barro Preto melhorou na década passada porque o êxodo rural retirou denominador da fração. Nós já tivemos 10 mil habitantes, reduziu para oito mil e hoje estima-se que esteja em torno de sete mil. Sabe-se lá a fração que vai sair da pesquisa do IBGE”.


DATA: 01/06/2007

NOME: Maurício Sotto Maior

RETRANCA DA PAUTA: Barro Preto

SUGESTÃO DE TÍTULO: A diversificação 

Brinca-se que a vassoura de bruxa fez com que a economia da cidade de Barro Preto girasse em torno de três pilares. A prefeitura como um grande empregador, os velhos e suas aposentadorias, e as mães com a Bolsa Família. “Hoje uma mulher viúva com três filhos é muito requisitada. O vagabundo vai atrás dela porque sabe que vai ter comida. O pessoal daqui só quer se juntar. É mocinha engravidando e o vagabundo se encostando”, ironiza o fazendeiro e cacauicultor Fernando Botelho. Esta ironia revela que a maior mudança que vem ocorrendo na região é a de paradigmas, o que exige um novo posicionamento do trabalhador rural. O agricultor vem sendo estimulado a transformar sua fazenda de cacau em uma empresa diversificada, a maximizar todo o potencial de produção que possuir e a abandonar por completo o paradigma da monocultura.

Segundo Décio Fialho, do escritório local da Ceplac, o governo federal vem dando muita ênfase à agricultura familiar, para a diversificação de cultivos e, inclusive, estimulando a pecuária de pequenos animais. “Também estamos procurando valorizar mais a agricultura orgânica, em que não se aplica insumos químicos ou pesticidas, apenas com adubo orgânico”. Mas ele mesmo admite que esta mudança de paradigma, não é fácil. “Mudar a mentalidade da região cacaueira, para uma mentalidade mais empresarial e, ao mesmo tempo aproveitar o potencial ecológico ao preservar a mata atlântica, que é próprio da cultura do cacau, seria muito melhor que derrubar a mata para fazer pasto para gado”. Apesar de alguma lentidão, já dá para observar alguma mudança nesta mentalidade, e com reflexos econômicos para Barro Preto.

Nos últimos três anos cresceu muito o volume de dinheiro que os programas de agricultura familiar proporcionaram aos agricultores de Barro Preto. “Nós fizemos mais de 300 projetos de gente como Seu Antonio, que arrendou uma terrinha e pegou um financiamento de R$1 mil no Pronaf A para fazer uma roça. Um ano depois conseguiu mais R$ 2 mil no Pronaf C para a pecuária de pequeno porte e hoje já pensa nos R$6 mil do Pronaf C para diversificar sua produção pensando nas parcerias”, explica Fialho. Do outro lado dessa equação se encontra o cacauicultor, com sua fazenda de 40 empregados, reduzidos para dez depois que a crise chegou, e que agora passou a arrendar terras para eles, propondo as parcerias como forma de eliminar encargos sociais. São essas parcerias, registradas em cartório, que tem sustentado a região.

Muito da esperança do povo de Barro Preto se agarra no anúncio do Plano Executivo de Aceleração do Desenvolvimento e Diversificação do Agronegócio da Região Cacaueira do Estado da Bahia. Eles aguardam as presenças do governador Jaques Wagner e do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanesm, para ver de perto o lançamento do Plano nas comemorações do Dia Internacional do Cacau. O Plano, que começou a ser elaborado em março, inclui ações para a recuperação e a revitalização do Sul e Extremo sul da Bahia, a modernização do cultivo do cacau e a diversificação das culturas agrícolas no Estado. O Plano prevê ainda a implementação de novos produtos na região como a borracha, o dendê, a pupunha, estimulando a produção dos biocombustíveis e desenvolvimento da fruticultura, além da solução definitiva para o endividamento dos produtores.

 

http://www3.atarde.com.br/especiais/econegocios/hp/barropreto.htm

 

DATA: 01/06/2007

NOME: Maurício Sotto Maior

RETRANCA DA PAUTA: Barro Preto

SUGESTÃO DE TÍTULO: Agricultura orgânica

“Nós somos produtores orgânicos”. Hoje, Fernando Botelho Lima, da fazenda São José, parece se orgulhar mais da saída que encontrou para superar a crise do cacau do que da própria lavoura que colhia há 36 anos, quando chegou do Rio de Janeiro para passar dois anos e acabou casando com dona Áurea Maria. “Nós estamos a favor de todo um movimento mundial. Cada vez mais surgem problemas de saúde devido à alimentação. São os conservantes químicos espalhando câncer. O primeiro mundo está querendo comer melhor e são eles que financiam e que vão ditar o novo modelo. É na direção deste modelos de qualidade que nós estamos caminhando”. A Fazenda São José é uma das 42 que participam da Cooperativa dos Produtores Orgânicos do Sul da Bahia. A Cabruca, com sede em Ilhéus, há seis anos vem reunindo produtores localizados no entorno de remanescentes da Mata Atlântica.

“A cabruca é um sistema agroflorestal típico da cultura do cacau, que necessita da sombra das árvores nativas da Mata Atlântica. Todo o cacau implantado na região cacaueira foi através desse sistema. Agora a Cabruca exporta frutas tropicais, palmito de açaí e de pumpunha, flores tropicais e até chocolate”, explica Fernando Botelho. Todo o processo de produção e beneficiamento é certificado anualmente pelo Instituto Biodinâmico (IBD), com sede em São Paulo. “Nós temos exportado para a França, para o México e Estados Unidos graças à certificação e a qualidade do nosso produto. A Valrona, considerada a chocolateira de maior qualidade da Europa, já importou um carregamento em fevereiro e vai ter outro embarque em junho. O teor de cacau que eles usam está acima de 50%. Quanto maior o teor de cacau no chocolate, maior teor de antioxidantes, o que é muito melhor para o sistema vasculhar”.

A missão da cooperativa visa o mercado internacional, mesmo porque a exportação rende US$3 mil a tonelada, enquanto que o mercado interno está em torno de US$1.900 a tonelada. “O dólar está caindo, agora, mas acreditamos que ele que fique em torno de R$2,10 até 2008”, completa Fernando Botelho. A vocação da cooperativa, no entanto, se preocupa com outras tonalidades de verdes além do dólar. “Todo produto da cooperativa sai com o nosso logotipo. Veja que ele apresenta os três planos de conservação. A madeira nativa, o cacau, e a vegetação rasteira”, descreve. Para Botelho, a preservação da Mata Atlântica na região de Barro Preto se deve graças a Cabruca. “E veja a ironia. É justamente o que restou da monocultura do cacau que nos pode fornecer a diversificação. Eu temo que tudo isso possa ser derrubado para o gado. De Itabuna para cá, o que era cacau fechado está virando pasto”.

A fazenda São José tem um projeto de fazer polpa de fruta orgânica e lançar um mix de açaí com cacau que, acredita Botelho, vai ser um espetáculo. Em uma região que nos últimos dez anos toda a economia ruiu, uma cooperativa que aposta na diversificação e no modelo orgânico está crescendo. “A nossa base cresce devagar e com dificuldade, mais cresce. O problema é que a nossa região tem um perfil cultural muito individualista, completamente diferente da mentalidade do sertanejo, que ajuda mais uns aos outros, que são mais cooperativistas. É uma luta, mas estamos conseguindo cada vez mais novos parceiros”. A esposa, Dona Áurea, trabalha com flores tropicais nativas da mata atlântica e a fazenda produz ainda frutas desidratadas, para restaurantes e lojas especializadas em produtos naturais, geléia de cacau, chocolate caseiro, pecuária de leite e manteiga, além das agroindústrias de poupa de frutas e de doces.


DATA: 01/06/2007 
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NOME: Maurício Sotto Maior

RETRANCA DA PAUTA: Barro Preto

SUGESTÃO DE TÍTULO: Ficha de Barro Preto

Estado - Bahia

  • Mesorregião - Sul Baiano
  • Microrregião - Ilhéus-Itabuna
  • Distância até a capital - 447 quilômetros

Base Territorial

  • Área da unidade territorial:120,57 Km²

Indicadores

  • IDH - 0,606 PNUD/2000
  • PIB - R$ 13.508.034,00 IBGE/2003
  • PIB per capita - R$ 1.728,70 IBGE/2003

População e Domicílios - Censo 2000 com Divisão Territorial 2001

  • Pessoas residentes - resultados da amostra: 8.602 habitantes
  • Pessoas residentes - 10 anos ou mais de idade - sem instrução e menos de 1 ano de estudo: 1.382 habitantes

Óbitos e Serviços de Saúde 2002-2003

  • Óbitos hospitalares – Homens: 4 óbitos
  • Óbitos hospitalares – Mulheres: 5 óbitos
  • Óbitos hospitalares - Doenças infecciosas e parasitárias: 1 óbito
  • Óbitos hospitalares - Causas externas: 0 óbitos

Estabelecimentos de saúde – Total: 3 estabelecimentos

  • Leitos hospitalares: 36 leitos
  • Leitos hospitalares disponíveis ao SUS: 36 leitos

Ensino 2003

  • Matrícula - Ensino fundamental – 2004: 2.583 Matrículas
  • Matrícula - Ensino médio – 2004: 302 Matrículas
  • Docentes - Ensino Fundamental: 82 Docentes
  • Docentes - Ensino Médio:13 Docentes

Registro Civil 2002

  • Nascidos vivos - registros no ano - lugar de registro:132 pessoas
  • Casamentos - registros no ano - lugar do registro: 15 casamentos
  • Separações judiciais - registros no ano - lugar da ação do processo: 1 separação

Representação Política 2000

  • Eleição Municipal - Partido do candidato eleito: 025 - PFL
  • Eleição Municipal - Número de eleitores: 5.893 Eleitores

Instituições Financeiras 2003

  • Agências bancárias: Não informado

Finanças Públicas 2002

  • Valor do Fundo de Participação dos Municípios: 2.290.657 Reais
  • Valor do Imposto Territorial Rural: 1.917,62 Reais

As informações são oriundas de pesquisas e levantamentos correntes do IBGE e dados de outras instituições, como Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas, Ministério da Educação e do Desporto - INEP/MEC; Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, Ministério da Saúde - DATASUS/MS; Tribunal Superior Eleitoral - TSE; Banco Central do Brasil - BACEN/MF, Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério da Fazenda - STN/MF e Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN/MJ.

 

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